Paranóia
Posted at 10:06 am | Link | Leave a comment | 1 comment | Add to Memories | Tell a Friend
![]() | You are viewing Log in Create a LiveJournal Account Learn more | Explore LJ: Life Entertainment Music Culture News & Politics Technology |
Eu gostaria de falar sobre alguém que sempre ajudou seus alunos, foi compreensivo, amigável... mas não. Estou aqui para falar de alguém intolerável, intragável e o sempre “simpático” professor de redação Hélio.
Infelizmente seus “super modelos quase bonitinhos” não puderam ficar ao seu lado até o final do ano, mas com certeza não nos esquecemos de ti.
E mesmo perturbando nossa paciência até o limite, compreendemos que suas ações “darthverianas” não foram para nos atrapalhar. Uns dos melhores momentos da turma foram passados ao seu lado e todos concordam com isso. Sem mais muito o que falar, agradeço somente em nome da turma por tudo que fez por nós e que a força esteja com você.
(Marcha Imperial)
Existem muitos tipos especiais de pessoas.
Aquelas que nos fazem rir nas piores horas.
Que nos fazem chorar com alguma lembrança.
Que ficam só do seu lado, ouvindo tudo que nós temos a dizer.
Tem aquelas que te mostram ângulos de diferença,
onde tudo pode ser uma possibilidade.
Também aqueles fazem a gente se estressar ao máximo com suas precupações.
Há os anjos da guarda, que te ajudam em tudo, sem pedir nada em troca.
Aquelas que quando nos encontramos no fundo do poço, nos estendem a mão.
Também aquelas pessoas especiais que nós queremos manter para sempre ao nosso lado,
compartilhando sentimentos e lembranças que fazem parte da nossa vida.
Como também há os especiais passageiros,
que só dão uma passadinha para dizer um oi e deixam uma marca em nossos corações para o resto de nossas vidas.
Talvez eu esteja agora falando desse último citado.
Talvez essa pessoa especial só esteja dando uma passadinha para dar uma ajuda e depois ir embora, sem pedir nada em troca.
Ou talvez ela combine mais com o anjo da guarda.
Mas a verdade é que não importa que tipo de pessoa especial ela seja, vai sempre ter um espaço no peito da gente, ficando ao nosso lado para sempre ou não.
Angela Terezinha, para nós que fazemos essa homenagem, é uma honra ter você como amiga, para alguns como professora, outros como mãe, mas o mais importante: como uma pessoa especial.
Esse texto fala de uma pessoa especial, como voc^s podem ver.
Só potei mesmo porque não estou em casa e queria guardar onde pudesse pegar depois.
OBS: Esse texto abaixo é de autor desconhecido, mas eu realmente gosto e acho que todos deveriam lê-lo X3
Até \o
Eu sou…
A menina que foi expulsa de casa por confidenciar a minha mãe que sou lésbica.
Eu sou a prostituta trabalhando nas ruas porque ninguém quer contratar uma mulher transexual.
Eu sou a irmã que abraça o irmão homossxual nas noites duras e repletas de lágrimas.
Nós somos os pais que enterraram a filha muito antes do tempo.
Eu sou o homem que morreu sozinho no hospital porque eles não deixaram meu parceiro de vinte e sete anos entrar no quarto.
Eu sou a criança “bastarda” que acorda com pesadelos de ser tirada dos dois pais que são a única família que eu já tive.
Eu gostaria que eles pudessem me adotar.
Eu sou um dos sortudos, creio eu.
Eu sobrevivi ao ataque que me deixou em coma por três semanas, e em um ano eu poderei andar novamente.
Eu não sou um dos sortudos.
Eu me matei algumas semanas antes de me formar no colegial.
Era simplesmente muito para suportar.
Nós somos o casal que a atendente desligou o telefone em nossa cara quando ela descobriu que nós queríamos um único quarto para dois homens.
Eu sou a pessoa que nunca sabe que banheiro eu deveria usar para evitar que a gerência seja chamada.
Eu sou a mãe que foi negada a ver o filho que pus no mundo, cuidei e criei.
O tribunal diz que eu não sou uma mãe digna porque eu estou vivendo com uma mulher.
Eu sou uma sobrevivente de violência domestica que de repente viu o suporte de assistência as vitimas se tornar frio e distante quando eles descobriram que meu parceiro abusivo também era uma mulher.
Eu sou um sobrevivente de violência domestica que não tem uma assitencia porque eu sou homem.
Eu sou o pai que nunca abraçou seu filho porque eu cresci com medo de demonstrar afeição a outros homens.
Eu sou a professora de economia doméstica que sempre quis estudar educação física até que alguém me disse que só lésbicas fazem isso.
Eu sou o homem que morreu quando os para-médicos pararam meu tratamento logo que eles descobriram que eu era transexual.
Eu sou a pessoa que se sente culpada porque eu acredito que poderia ser uma pessoa muito melhor se eu não tivesse que lidar com o ódio da sociedade.
Eu sou o homem que parou de freqüentar a igreja, não porque eu não acredito, mas porque eles fecharam as portas para todos semelhantes a mim.
Eu sou a pessoa que teme porque eu consigo amar um homem e uma mulher.
Eu sou a pessoa que tem que esconder o que esse mundo mais precisa, amor.
Sinto falta de você
De suas conversas e seus monólogos
A dor invade meu peito
És a única que me entende
A única que ouve meus apelos.
Minhas amizades agora
Já não me parecem tão atrentes
Agora sou deixada de lado.
Não me encaixo dentro,
Mas não quero ficar de fora.
E isso tudo se deve ao crescimento.
Às discuções de pessoas que se recusam a crescer,
Que um dia souberam sobre o valor da amizade
E agora se perderam.
Não se lembraram mais de mim.
Na verdade não ando com cabeça para escrever nesse diário, mas não teria muito o que escrever, minha vida está bem vazia de acontecimentos. Aliás, de tudo
Odeio minha vida.
até a próxima \o
Por ser deixada de lado
Por me sentir como se fosse algo esquecido,
Talvez o chão do banheiro não me pareça mais tão desagradável
Ainda mais quando não se tem nenhum outro lugar para estar.
As lágrimas que escorreram antes,
Foram todas por sua causa
De todos vocês
De todos vocês que eu odeio por dentro
De todos que eu admiro ter tanta grosseria dentro de si
Que me fazem sentir mais grossa ainda
Que me faz sentir como se não conseguisse respirar
Ou ser um pouco mais educada
Que me fazem sentir como uma idiota
Que me tratam como uma idiota
Por serem tão ignorantes
Por esquecerem que sou mole por dentro
Por me sentir culpada por ser tão grossa
Por ter raiva de levar tantos foras
Por isso tudo me desagrada essa vidinha medilcre e vazia
Por me sentir uma nada no meio de tudo
Por não me sentir amada
Por ver que, como mais de uma vez eu ouvi,
Eu vou morrer sozinha.
Deitada no chão de um play
Escrevo com tanto gosto que achei
Que pudesse ficar assim para sempre.
Se achas que é coisa de criança
Que se perde nas próprias lembranças
De que um dia foi inocente,
Pare e pense outra vez.
Talvez você aprenda de vez
Que sou uma pessoa que mente
Só para se sentir contente
E nem se lembra do que fez.
A gente tá sempre junto, meu bem.
Te amo, você me ama também?
Se eu pudesse dizer tudo que me vem à cabeça
Talvez ficasse assustada com a intensidade de meus sentimentos.
Sentados juntos,
Pensando no futuro e em como vamos passar por todos os problemas.
Não queria que se levantasse agora.
Não queria que levantasse nunca.
Gostaria de sua companhia sempre ao meu lado, me conte o que fez hoje.
Reparou na brisa fresca embaixo dessa árvore?
Me faz pensar nos momentos que sentamos e só aproveitamos a satisfação de estar com quem gostamos.
Mas agora eu tenho que ir embora, meu bem.
Nâo posso mais ficar ao seu lado.
Me desculpe pelos erros, pelas lágrimas.
Mas elas são importantes para que você possa crescer.
E ser feliz.
Te amo, meu bem.
Tô é me sentindo bem insegura mesmo.
Não sei como expressar no jeito de poesia, não é algo que costumo sentir com tanta intensidade.
Eu quero mesmo é que vá embora, essa coisa opressora que me aperta o coração e me faz sentir como alguém idiota.
Mas está me parecendo tão difícil, a ponto de hesitar com minhas melhores amigas.
Eu to me sentindo realmente mal de uns tempos pra cá.
Me sinto doente sem estar.
Me canso com nada.
Perdi o interesse com o que eu gostava.
Me aperta o peito sem razão aparente.
Lembranças me invadem a mente sem aviso.
Sinto vontade de chorar e gritar sem ao menos entender o porque.
Se estou num lugar alto, quero pular.
Se vejo um estilete, quero me cortar.
Se paro no sinal, quero me jogar.
Por que estou tão insegura?
Por que estou sentindo tanto... medo?